Adoecimento Mental em mulheres e as marcas arquetipicas de feminino sombrio reforçadas pelo patriarcado e pela moralidade cristã tradicional

Patriarcado promove lugares de esvaziamento e reducionismo simbólico do feminino, por meio do reforço à rivalidade entre mulheres e às imagens sombrias de arquétipos como o da bruxa, da prostituta e da amante. Tal mecanismo serve a uma estrutura de aliança entre patriarcado, capitalismo e moralidade cristã tradicional, que confere valor a estruturas como o casamento e as relações heterocisnormativas e a família tradicional, o conhecimento científico médico como a única forma legítima de cura, o sucesso profissional nos moldes hegemônicos. O caminho metodológico envolveu levantamento bibliográfico sobre os descritores: religião, gênero e patriarcado; arquétipos femininos de bruxa, amante e prostituta; rivalidade feminina e adoecimento de mulheres, considerando os referenciais teóricos da Psicologia Analítica. Como considerações finais, apontamos a sororidade e a dororidade como caminhos de enfrentamento ético-político ao quadro apresentado.

https://doi.org/10.15603/2176-1019/mud.vol.34.2026.id2020

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