Corpse Paint: quando a Sombra atua e a Pele Sangra

O objetivo deste artigo é apresentar o caso de uma paciente adolescente, diagnosticada com transtorno de personalidade borderline, que iniciou os atendimentos utilizando uma maquiagem denominada corpse paint como forma de enfretamento das situações de abandono e negligência biparental e que diante de crises de ansiedade e fobia social, se automutila. Através de recursos plásticos, técnicas expressivas e análise de sonhos, pretende-se apresentar o desenvolvimento dos atendimentos. O método utilizado foi a revisão bibliográfica de obras
de autores junguianos que estudaram acerca dos temas transferência, contratransferência,arquétipo e complexo maternos, a fim de embasarem a discussão proposta.
Palavras-chave: Psicologia Analítica, Borderline, Estudo de caso, Corpse paint, Adolescência.

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